Biografias

Conheça um pouco mais da história do bicampeão Mundial John John Florence

Rivalidades a parte é inegável o talento do havaiano John John Florence. Apesar da grande torcida brasileira por Gabriel Medina, não teve jeito, só deu ele nas ondas da etapa Pipeline no Havaí, lugar onde cresceu e conquistou mais um mundial de surf.

John Alexander Florence começou sua história com o esporte muito cedo. Sua casa era apenas alguns metros de Pipeline, uma das praias mais famosas do Havaí, com as ondas mais perigosas do mundo, e com um quintal desses, como não se envolver com o surf.

Logo após as aulas ia surfar, ficava horas na água, pode ver momentos importantes do surf acontecerem e acompanhar de perto grandes nomes e ídolos, como Andy Irons e Kelly Slater. Outro fato que incentivou muito o rapaz de apenas 25 anos a se apaixonar pelo surf, foi sua mãe Alexandra Florence, também surfista.

Alexandra nasceu em Nova Jersey, Estados Unidos e se mudou para o Havaí aos 16 anos em busca das ondas perfeitas. Se casou, teve três filhos, entre eles John John, o mais velho. O casamento não durou muito e Alexandra acabou se tornando mãe solteira, tornando a vida do bicampeão mundial nem sempre tão fácil.

Apesar de não lembrar, sua mãe o empurrava nas ondas com apenas dois anos de idade e parece que essa paixão pelo surf realmente passou de mãe para filho. Assim foi construindo sua história e com apenas 13 anos disputou a Tríplice Coroa Havaiana, tornando-se o mais jovem a correr o campeonato.

Embora sempre muito talentoso John John era criticado por não ter muito espírito esportivo, gostava de praticar freesurf, o lance dele era filmar manobras com sua prancha, aliás, fotografia e edição de vídeo são outras duas grandes paixões, mas em 2016 mudou o foco, colocou mais esforço voltado para as competições.

Além do esforço e foco na competição, antes de ganhar seu primeiro campeonato mundial, John John teve que enfrentar a Brazilian Storm ou tempestade brasileira, e superar Gabriel Medina, campeão mundial em 2014 e Adriano Souza o Mineirinho em 2015, para aí sim acabar com a hegemonia brasileira e conquistar o campeonato mundial em 2016. A receita deu certo e a dedicação do havaiano culminaram no bicampeonato agora em 2017.

A chamada rivalidade entre John John e brasileiros existe, mas o surfista também afirma ser fã dos ídolos nacionais e diz que ver Medina e Adriano conquistando o mundial, incentivou a querer o título também. Em entrevista ao Globo Esporte quando perguntando qual surfista mais admira da geração Brazilian Storm, John John afirmou que Medina e Adriano são competidores incríveis, mas que ver Filipe Toledo também é algo bastante divertido, principalmente vê-lo nas ondas pequenas.

Não bastasse tanto talento nas ondas, John John também adora se divertir com skate. O nome de John John veio para ficar, há muito ainda para ver do surfista e mesmo com a rivalidade aflorada com o brasileiro Medina, é bonito de ver o surf do havaiano crescendo a cada campeonato.

 

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