Biografias

Brazilian Storm: A elite brasileira do surf

Se você é leitor do MyQuiver é claro que é fã de surf, e como todo fã do esporte, grandes nomes de ícones como Gabriel Medina, Adriano de Souza, Filipe Toledo, Miguel Pupo, Jadson André, Ítalo Ferreira, Wigolly Dantas, Caio Ibelli, Alex Ribeiro, Alejo Muniz e Silvana Lima não passam desapercebidos.

Esses e outros nomes compõe um grupo seleto conhecido como Brazilian Storm ou Tempestade Brasileira, outra expressão que com certeza você já ouviu falar muito nos últimos tempos, mas afinal o que é o Brazilian Storm, o que ele representa para o esporte?

A expressão na verdade surgiu espontaneamente com a mídia internacional, alguns creditam a imprensa americana ter citado o termo pela primeira vez no ano de 2011. Ela surgiu com a intenção de classificar um grupo da nova geração de surfistas brasileiros que ganharam bastante destaque no cenário mundial dentro das competições de surf.
Brazilian Storm pegou tanto que teve até polêmica envolvendo a expressão. Um empresário de Praia Grande, São Paulo, tentou registrar a marca no Brasil e em outros países no ano de 2015. Na época os atletas se posicionaram alegando que o registro teria sido feito para uso comercial. Os responsáveis pelo registro afirmaram em nota via Facebook, que não possuem vínculos com os surfistas, não exploram a marca comercialmente e que seriam apenas uma torcida organizada.

Polêmicas à parte a representatividade dos nossos atletas se mantém no surf, apesar do mundial ter ficado este ano com John John Florence, muitos foram os destaques nacionais. Conheça um pouco mais os representantes do Brazilian Storm.

Gabriel Medina

Um dos nomes mais conhecidos da tempestade brasileira. Primeiro brasileiro a ganhar um mundial de surf, título conquistado em 2014. Natural de São Sebastião, surfa desde 9 anos de idade.

 

Adriano de Souza (Mineirinho)

Nascido no Guarujá, Mineirinho como é conhecido, foi o segundo a se tornar campeão mundial no ano de 2015. No ano de 2002 foi o mais jovem campeão de uma competição profissional com a conquista do SuperSurf, do Circuito Brasileiro.

 

Filipe Toledo

Assim como Medina, também representante do litoral norte, mas da cidade de Ubatuba. Filipe é considerado grande promessa, ele é filho do bicampeão brasileiro Ricardo Toledo. Com apenas 15 anos levou na categoria Sub-16 do ISA Worlds Junior no Peru.

 

Miguel Pupo

O garoto de Itanhaém compete no WTC desde 2011, outro nome que vem ganhando espaço no cenário mundial. Assim como Filipe, também tem surf no sangue. Filho de do surfista e shaper Wagner Pupo.

 

Jadson André

Está no WTC desde 2009, natural de Natal (RN) o brasileiro conquistou o título da etapa do Brasil do ASP World Tour em 2010, em Imbituba (SC) vencendo um dos maiores surfistas dos últimos tempos Kelly Slater.

 

Ítalo Ferreira

Do Rio Grande do Norte, mais especificamente de Baía Formosa considerado um dos melhores picos de surf do país, outra atleta destaque. Ganhou dois títulos do Campeonato de Juniors, Quiksilver Pro Rio Junior e Mormaii Pro Junior em Garopaba. Em 2014 foi campeão do SuperSurfe.

 

Wigolly Dantas

Assim como Filipe, Wigolly é de Ubatuba, mas viveu temporadas surfando na Austrália e Havaí quando adolescente. Compete no WTC pelo Brasil desde 2015.

 

Caio Ibelli

O paulistano faz parte da elite mundial do surf. Participo em 2015 como convidado em duas etapas e em 2016 passou a competir pela WTC. Foi campeão em 2015 do WQS.

 

Alex Ribeiro

O surfista de Praia Grande entrou para ASP World Tour em 2016. Foi campeão de três eventos do WQS e é outra promessa da elite nacional.

 

Alejo Muniz

O veterano compete pelo Brasil desde 2009 e apesar de representar o Brasil o cara é argentino, mas quase brasileiro, afinal com dois anos ele se mudou para Bombinhas em Santa Catarina. Seu irmão mais novo Santiago Muniz compete o WCT pela Argentina.

 

Silvana Lima

A cearense de Paracuru foi duas vezes vice-campeã do surf em 2008 e 2009, também conquistou a marca de melhor surfista brasileira por oito vezes.

 

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